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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Obra Social encerra semestre com Colônia de Férias

Julho é o mês de férias e, assim como outras instituições de ensino, a Obra Social da Paróquia de São José (APA) também entrou em recesso escolar no último dia 06. Para marcar o término de mais um semestre letivo, os educadores da APA organizaram uma Colônia de Férias para as crianças e adolescentes do Lar Dom Bosco durante a semana de 02 a 06 de julho. Foram 5 dias de diversão e descontração. A programação da Colônia foi recheada de atividades e aconteceu em tempo integral. 
As mais de 80 crianças e adolescentes que participaram da Colônia chegavam às 7h, tomavam café da manhã, participavam do Bom Dia com a oração, depois seguiam para as oficinas de dança, artesanato, futebol ou beleza. Encerrada a parte da manhã, todos seguiam para a hora do banho e para o almoço. À tarde os jovens, divididos em 04 grupos, realizavam brincadeiras e provas da Gincana, que aconteceu durante a Colônia, e antes de voltar para casa, tomavam o lanche da tarde encerrando as atividades do dia. 
Na oficina de artesanato, Alexandro, 10, exibia orgulhoso a cadeirinha de pregador de roupas de madeira que ele mesmo confeccionou. Todo o resultado da semana de oficinas foi exibido na sexta-feira à tarde durante o encerramento da Colônia de Férias e a conclusão da Gincana. Para os educadores esse é um ótimo momento para os jovens aprenderem a conviverem melhor e a Colônia é até considerada didática. “Com a Colônia de Férias e a Gincana eles aprendem a disciplina dos horários e dos momentos das atividades, além de aprenderem a competir, não sendo importante quem vai ganhar, mas saber participar realizando uma atividade saudável”, falou a educadora do Lar Dom Bosco Andréa Tarciana. 

Agora de férias, as crianças e adolescentes da APA retornam à rotina e às atividades normais na Obra a partir do dia 18 de julho. 

Boas férias!! =)

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Caminhada da Bíblia

A Paróquia São José convida a toda comunidade carpinense e demais comunidades das cidades circunvizinhas a participarem no próximo domingo, às 18:00h, da Caminhada da Bíblia, saindo da Capela Nossa Senhora da Conceição em direção à Matriz de São José. Nosso Pároco, Pe Cezar, pede que levemos as nossas Bíblias.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Frutos e virtudes do Espírito Santo



Jesus diz que enviava os discípulos para serem sal, luz e fermento na massa. Pede ainda que eles produzam frutos, a árvore que não produz frutos será cortada e depois queimada, em Jo 15, 16- Ele constituí todos nós para produzir frutos e que nosso fruto pudesse permanecer. Que frutos você tem gerado meu irmão? Você sabe quais são os frutos do Espírito Santo e quais são os da carne? Os frutos são as virtudes teologais: fé, amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, doçura, domínio de si. Esses são os frutos que recebemos pelo Batismo, mas são apenas luzes que precisam crescer, serem acesas a cada dia na chama do Espírito Santo. Não precisamos ter medo por que é um fogo que queima, mas não consome, ou melhor, dizemos que consome o pecado e a impureza.
Precisamos também das virtudes cardeais, elas são importantes para aqueles que querem uma vida de santidade, encontrada na oração pessoal. São elas: justiça, temperança, fortaleza e prudência. Esta justiça em resumo é o amor e está ligada as virtudes teologais. A prudência se assemelha a sabedoria, é examinar tudo, separar o trigo do joio e pensar antes de agir. (Adaptado do Livro Orai sem Cessar, autor Gilberto Gomes Barbosa)

Colaboração da Pastoral da Juventude

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

São Pedro foi “apenas” um Presbítero e não o Primeiro papa?



Em vários sítios de apologética protestantes, muitos textos contra o primado de Pedro vêm falando que Pedro Príncipe dos Apóstolos se denominava um simples presbítero logo não gozava de nenhuma suprema autoridade sobre a Igreja, o que não lhe fazia  em nada um Papa, apenas um simples sacerdote da Igreja.
O texto em que se baseiam é 1 Pedro 5, 1 onde lêem “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:” (Tradução João Almeida)
Presbitero em algumas Igreja protestantes “reformadas” diz respeito ao  líder espiritual de uma comunidade, algumas outras afirmam que presbitero é um pastor.
Na Igreja católica o título prebítero é  atribuido aos padres ordenados.
Mas será que Pedro quis dizer realmente que ele era um presbítero no sentido de um simples pastor da Igreja? Vamos fazer uma exegese mais acurada do texto em grego:
Πρεσβυτέρους τοὺς ἐν ὑμῖν παρακαλῶ ὁ συμπρεσβύτερος καὶ μάρτυς τῶν τοῦ χριστοῦ παθημάτων, ὁ καὶ τῆς μελλούσης ἀποκαλύπτεσθαι δόξης κοινωνός· (1Pe 5, 1 )
A palavra Πρεσβυτέρους (do grego antigo “πρεσβύτερος” de “πρέσβυς”) em negrito no texto, apesar de se pronunciar como “presbíteros” tem sua tradução não como “presbítero” como vulgarmente entendemos hoje, como um simples sacerdote da Igreja, mas sua real tradução significa, “Ancião”, logo Pedro não estava falando como um simples presbítero como imaginamos hoje, mais sim como um ancião que foi testemunha da paixão de Cristo.
E um presbítero , nas igrejas cristãs primitivas, era cada um dos anciãos aos quais era confiado o governo da comunidade cristã.

Fonte: Confira o texto na íntegra acessando a Bíblica Católica News


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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Namoro a três

A oração deve ser a prática mais importante na vida cristã dentro ou fora do namoro. Muitos preferem catalogar em suas vidas as coisas consideradas espirituais e as que são do dia- a- dia. Para muitos jovens frequentar a missa ou um grupo de oração, por exemplo, é um atividade espiritual, mas nunca imaginam que conversar ou passear com o seu namorado ou namorada também seja uma ação espiritual. O apóstolo Paulo em I Co 10,31 afirma “Portanto quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a Glória de Deus”. Certamente essa passagem inclui o namoro. O Senhor quer participar de todas as atividades da nossa vida humana, cabe a cada um de nós permitir a ação do Espírito Santo. Como um casal pode basear seu namoro nos princípios e até propósitos de Deus, se o Senhor não tem parte integral nele?
É da vontade do Pai que os dois cresçam na vida espiritual. Jovens, se vocês não oram no período do namoro e do noivado; se vocês não lêem a Palavra juntos e procuram obedecê-la; se vocês não procuram ter uma conversa aberta e franca sobre suas vidas íntimas, sobre suas lutas e dificuldades, não pensem que de repente, no primeiro dia do casamento, será automático orar; que será automático colocar a Bíblia como prioridade e organizar a vida conforme os princípios de Deus. Isso simplesmente não acontecerá. O período do namoro e do noivado é muito importante para construir o alicerce de um casamento feliz. Decida em seu coração que você baseará seu namoro nos princípios do Senhor. Juntos peçam a Deus que guie seus pensamentos, procedimentos físicos, enfim que o Pai lhe conceda um namoro cristão.

Baseado no livro Eu amo você, autor Jaime Kem, capítulo 3, editora United Press, 2005.
(Colaboração da Pastoral da Juventude – Josinalda Marinho)

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sábado, 30 de abril de 2011

A Origem da Bíblia

Autor: admin | Postado em: Bíblia



Muitas pessoas se surpreendem ao saber que a Bíblia utilizada pelos protestanes é diferente da Bíblia utilizada pelos católicos. Mas qual é a diferença?
Como já escrevemos, o catálogo sagrado foi começou a ser definido pela Igreja Católica em 393 durante o Concílio Regional de Hipona (África). A Igreja desde os tempos apostólicos, utilizou a versão grega dos livros sagrados, chamada Septuaginta.
Desde o séc. IV até o séc. XVI, a Bíblia era a mesma para todos os cristãos. A diferença ocorreu durante a Reforma Protestante, quando Martinho Lutero renegou 7 livros do antigo testamento (Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, trechos de Daniel e Ester) e a carta de Tiago do Novo Testamento.
Lutero renegou tais livros porque eram fortemente contrários à sua doutrina. Por causa de uma das colunas de sua doutrina a “Sola Fide” ou Somente a fé, Lutero alterou o famoso versículo “Mas o justo viverá da fé” (Rm 1,17) para “Mas o justo viverá somente pela fé”, e renegava a Carta de Tiago, que ensina que somente a fé não basta, é preciso as obras. Devido ao prestígio que a Carta de Tiago tinha, Lutero não obteve sucesso ao excluir tal livro. Quanto ao Antigo Testamento, os protestantes então revolveram ficar com o catálogo definido pelos Judeus da Palestina.
Este catálogo Judaico foi definido por volta de 100 DC na cidade de Jâmnia, e estes foram os critérios estabelecidos pelos judeus para formarem seu cânon bíblico:
  • O livro não poderia ter sido escrito fora do território de Israel;
  • O livro teria que ser totalmente redigido em Hebraico;
  • O livro teria que ser redigido até o tempo de Esdras (458-428 AC);
  • O livro não poderia contradizer a Torah de Moisés (os 5 livros de Moisés).
Devido à enorme conversão de judeus ao cristianismo, principalmente os judeus de língua grega, é que os judeus que não aceitaram a Cristo, desenvolveram um judaísmo rabínico, isto é, um judaísmo ultra-nacionalista, para frear a conversão das comunidades judaicas ao cristianismo. Com este cânon bíblico, era proibida pelo menos a leitura de todo o Novo Testamento, que mostra fortemente o cumprimento da promessa do Messias na pessoa de Cristo.
Muitos dos originais hebraicos de alguns livros foram perdidos, existindo somente a versão grega na época da definição do cânon judaico. Isto significa que livros como Eclesiástico e Sabedoria, escritos por Salomão, não foram reconhecidos pelos judeus de Jâmnia, além de outros livros que foram escritos em aramaico durante o domínio caldeu e persa. Recentemente os arqueólogos encontraram em Qruman no Mar Morto, o original hebraico do livro Eclesiástico.
Estes livros do Antigo Testamento que não foram unânimimente aceitos são chamados técnicamente de deuterocanônicos.
Os protestantes entram então em grande contradição pois aceitam a autoridade dos Judeus da Palestina para o Antigo Testamento e não aceitam a mesma autoridade para o Novo Testamento. Aceitam a autoridade da Igreja Cátólica para o Novo Testamento e não aceitam a mesma autoridade para o Antigo Testamento.
Os apóstolos em suas pregações utilizavam a versão grega dos livros antigos, note que das 350 sitações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 também se referem aos livros deuterocanônicos.